Exposição: “Ler nos caminhos do mar e…da terra

No âmbito do projeto “ Ler nos caminhos do Mar e…da terra” podem visitar a exposição na  Biblioteca D. Maria II! Estão expostos trabalhos do Pré escolar, 1º,2º e 3º ciclos. De louvar a transversalidade do projeto e empenhamento de todos os envolvidos, Pais/Encarregados de Educação, Alunos e Docentes! Mais um ano a LER+MAR!
Coordenadora- Professora Manuela Ventura!👏
#lermaismar

(Artigo em construção)

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Dia da Europa…durante duas semanas!

O Dia da Europa comemora a paz e a unidade e assinala o aniversário da «Declaração Schuman». A 9 de maio de 1950, Schuman propõe, inspirado por Jean Monnet, a criação de uma comunidade europeia para gerir o carvão e o aço (base do poderio militar e do desenvolvimento industrial). Em 1951, é criada a CECA, 1.ª organização supranacional, 1.º passo para a integração europeia. Em 1957, os Tratados de Roma consolidam esta integração com a criação das comunidades CEE e CEEA. Assim, a UE nasceu de uma iniciativa de paz focada na construção de um futuro comum.

Também aqui assinalámos o dia…durante a semana! O grupo de Geografia teve patente na Biblioteca D. Maria II trabalhos dos alunos no âmbito da temática, assim como, em articulação com a Raiz Editora, os alunos foram desafiados a saber mais e a responder a questões acerca da Europa. O desafio estava preparado no ambiente de trabalho de cada computador e facilmente entravam no espírito europeu!

https://europa.eu/european-union/about-eu/symbols/europe-day_pt

http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe_area?p_cot_id=8478

https://www.raizeditora.pt

A Biblioteca agradece, mais uma vez, a articulação com o grupo de Geografia e com a Raiz Editora!!! Parabéns!

Exposição: Dia Internacional do Livro/ Dia de S. Jordi

Os alunos participaram na comemoração do Dia Internacional do Livro/ Dia de S. Jordi e tiveram a oportunidade de contactar com as tradições perpetuadas nas comunidades autónomas de Aragão, Catalunha e das Ilhas Baleares. Elaboraram marcadores de livros, selecionaram fragmentos textuais de obras espanholas e traduções para o espanhol de diversos autores que distribuíram pelos alunos da escola, conjuntamente com uma flor personalizada. Foi também distribuída pela comunidade escolar uma flor em origami e um marcador de livro com a lenda de S. Jordi explorada nas aulas. Esta efeméride proclamada pela UNESCO, desde 1995, celebra-se na escola de 23 a 30 de abril em parceria com a biblioteca onde se encontram expostos os trabalhos dos alunos. 

Exposição: “Mi casa, tu casa” y “Centro Comercial D. Maria II”

Decorre de 24/04 a 08/05 a votação para o melhor trabalho das turmas de 7.º ano de espanhol, explorando léxico relativo às partes de uma casa e aos objetos que nela se encontram e léxico relativo ao comércio (lojas de diferentes tipologias e produtos comercializados).
 A votação está aberta a todos os visitantes da biblioteca. Participa já.
 

23 abril – Dia Mundial do Livro! “Te regalo esta flor porque, para mí, eres muy importante.”

La mágica y romántica leyenda de S. Jordi

Promovido por la UNESCO, el Día Internacional del Libro es una conmemoración celebrada a nivel mundial (desde 1995) con el objetivo de fomentar la lectura. En Cataluña, el día 23 de abril se convierte en una jornada festiva especialmente romántica. Es cuando los catalanes celebran su patrón, S. Jordi, saliendo a la calle para cumplir con una curiosa tradición. La costumbre manda que las parejas se intercambien regalos: los hombres regalan a sus novias una rosa y las mujeres le entregan a ellos un libro. Cuando llega la primavera parece que todo mejora. Los días son más cálidos, las calles se llenan de gente que pasea entre puestos de libros y el aroma de las rosas.

O olhar dos nossos alunos sobre o 25 de abril!

25 de Abril

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempoSophia de Mello Breyner Andresen, in ‘O Nome das Coisas’

Esteve patente na Biblioteca D. Maria II e estará na Biblioteca Vale do Este, já na próxima semana, a Exposição sobre o 25 abril em articulação com o grupo de História – Professores Luís Cunha e Martim Juncal! Estes trabalhos foram criados no âmbito da disciplina de História em articulação com a professora Cidália Alves de Educação Visual! O desafio lançado teve a ver com o olhar de cada um, acerca do 25 abril… HOJE!

Na realização deste trabalho comemorativo do “25 de Abril de 1974” os alunos deviam cumprir as seguintes regras:

– Todos os cartazes deviam ser feitos em folha A3 papel cavalinho branca.

– Todos os cartazes deviam conter:

  – A expressão «25 de Abril».

  – Um cravo com «espinhos como as rosas»… sofrimento…

  – As cores nacionais (verde, vermelho e amarelo) entre outras.

  – Um slogan alusivo à data de acordo com uma visão   crítica da atualidade   (sociedade, política, justiça,   liberdade; ambiente; valores humanos, etc….).

  – Muita criatividade.

 

 

Um agradecimento à D. Lurdes e aos nossos FANTÁSTICOS Alunos Monitores e…9ºD!

 

 

Bernardino Machado e a 1.ª Grande Guerra – Exposição

Bernardino Machado e a 1.ª Grande Guerra

“No ano em que se comemora os 90 anos da Batalha de La Lys, onde morreram muitos soldados portugueses (alguns deles famalicenses) o Museu Bernardino Machado elaborou uma exposição no âmbito da Homenagem aos Combatentes da Grande Guerra. Trata-se de uma exposição documental com excertos de textos pertencentes ao Fundo Particular de Bernardino Machado, em depósito no Museu, e a reprodução de várias imagens dos cenários de guerra, que documentam a entrada de Portugal na Grande Guerra.”

09 de Abril de 1918: O Corpo Expedicionário Português é destroçado na Batalha de La Lys

Batalha travada em 9 de Abril de 1918, durante a Primeira Guerra Mundial, entre as forças da Alemanha e doImpério Austro-Húngaro, por um lado, e a coligação de países em que se destacavam a Inglaterra, a França ePortugal, por outro. A batalha decorreu numa planície pantanosa banhada pelo Rio Lys e seus afluentes. As forçasportuguesas assumiram a disposição de um trapézio, cuja face voltada para o inimigo se estendia por 11 km, edispuseram-se em três linhas de defesa.

As condições de permanência do CEP na frente  degradaram-se muito no início de 1918. Por um lado, as tropas continuavam nas linhas da frente quase sem rotação, por outro a actividade militar na zona intensificou-se de forma gradual mas constantemente. O mês de Março foi extremamente penoso para as unidades portuguesas. O número de combates em que unidades portuguesas se viram envolvidas foi muito superior ao habitual. Houve combates em 2, 7, 9, 12 e 18 de Março, para além de pequenas escaramuças e contínuos bombardeamentos de artilharia.
O moral das tropas portuguesas diminuía à medida que se percebiam sinais de maior actividade nas linhas alemãs, que só podiam ser indícios da preparação de um ataque de maior escala. Os comandos portugueses aperceberam-se desta situação, mas o comando britânico manteve a ideia de que o ataque principal que as forças alemãs preparavam não seria na região de Armentières. Só nas vésperas do ataque o comando britânico determinou as mudanças que a situação impunha e que o novo acordo assinado com Portugal preconizava. Em 6 de Abril foi dada execução ao acordo. As tropas portuguesas receberam ordens para manterem na linha da frente apenas a 2ª Divisão, comandada por Gomes da Costa, passando para o comando do XI Corpo de Exército britânico. Na prática porém, a extensão da linha da frente manteve-se nos 12 km anteriores, sendo retirado um batalhão. Ou seja, a frente ficou com menos densidade de forças. O tempo também foi curto para consolidar as inevitáveis mudanças tácticas resultantes desta decisão unilateral do comando britânico.

Mas o pior estava para vir. Em visitas a 6 e 7 de Abril do comandante do XI Corpo, general Horne, ao comando da 2ª Divisão, as orientações foram no sentido de a Divisão consolidar a defesa da 2ª linha (linha B), com uma mensagem muito clara: “A Divisão tem de morrer na linha B”. Mas as notícias dos preparativos alemães e a constatação do nível moral e do estado físico das tropas portuguesas, levaram o comando britânico à decisão lógica, que uma prudente análise de situação já deveria ter aconselhado há bastante tempo. A 8 de Abril foi dada ordem para a substituição da 2ª Divisão por uma divisão inglesa, movimento que deveria iniciar-se a 9 de Abril. Era tarde e a decisão tardia desmoronou o moral das primeiras linhas portuguesas. Se a vontade de lutar e a disposição anímica era já extremamente baixa, a perspectiva de sair da frente anulou toda a capacidade de resistência e de comando. A situação só poderia conduzir a um desastre, se o ataque se realizasse exactamente nesse dia. Foi o que aconteceu. Este foi um dos mais sangrentos confrontos em que esteve envolvido o CorpoExpedicionário Português, que aqui teve as seguintes baixas: 1341 mortos, 4626 feridos, 1932 desaparecidos e7440 prisioneiros.

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http://estoriasdahistoria12.blogspot.pt/2018/04/09-de-abril-de-1918-o-corpo.html