“Nos Limites da Ciência. A Investigação Portuguesa no Ártico e na Antártica” – Exposição

A exposição fotográfica “Nos Limites da Ciência. A Investigação Portuguesa no Ártico e na Antártica” pretende evidenciar a importância das regiões polares para o planeta através de imagens recolhidas por cientistas Portugueses, e pelos seus colegas, enquanto trabalham no Ártico e na Antártica.

Esta exposição esteve patente na Biblioteca D. Maria II e irá estar na Biblioteca Vale do Este, no início do 3º período. De salientar que esta oportunidade foi possível graças ao entusiasmo e dedicação da Professora Carla Machado e também ao Professor Henrique Faria, responsáveis pelo projeto Eco-Escolas!

Os nossos agradecimentos!

 

Ver mais em:

http://www.educacao-e-cidadania.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=47%3Anos-limites-da-ciencia&catid=19&Itemid=480&lang=pt

https://www.facebook.com/Eco-Escolas-Agrupamento-de-Escolas-D-Maria-II-V-N-de-Famalicão-964918970344211/

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A biblioteca esteve a “Ouvir Ciência”;)!

fotografia-9“Ouvir Ciência”

No âmbito do projeto “Atividade antimicrobiana, antitumoral e anti-inflamatória de plantas autóctones-sua valorização em produtos reais, um estudo com alunos Portugueses”, integrado  no Prémio Ciência na Escola promovido pela Fundação IlídioPinho foi realizada uma palestra no dia 4 de junho na Escola D. Maria  II. Esta palestra foi proferida pelo Doutor Alberto Dias, Doutoras Fátima Baltazar e Filipa Pinto Ribeiro, docentes na Universidade do Minho.

Numa primeira fase o Doutor Alberto Dias focou a sua intervenção na História da Ciência no que concerne à utilização de extratos vegetais, revisitando as civilizações da Mesopotâmia e Egípcia, Renascimento, Idade Média até à actualidade. Posteriormente referiu vários exemplos da aplicabilidade de pomadas/cremes constituídos por extratos vegetais com fins preventivos/curativos.

A intervenção da Doutora Fátima Baltazar centrou-se nas propriedades antimicrobianas e antitumorais de extratos de vegetais, referindo vários exemplos da literatura que comprovam a sua utilização no combate a doenças infecciosas e cancerígenas. No que respeita à atividade antimicrobiana os alunos envolvidos neste projeto testaram na Universidade do Minho o efeito de extratos vegetais em microrganismos patogénicos, nomeadamente bactérias e leveduras. Relativamente à atividade antitumoral, foi avaliada na mesma Universidade o efeito de extratos vegetais em 2 modelos de tumores sólidos, (cancro da mama e próstata). Por último, a Doutora Filipa Pinto Ribeiro pronunciou-se sobre as propriedades anti-inflamatórias de extratos vegetais, referindo exemplos que comprovam a sua utilização desde tempo longínquos no tratamento de doenças de cariz inflamatório. No que respeita à atividade anti-inflamatória, os mesmos alunos realizaramexperiências com modelos animais tomando contacto com um modelo animal de osteoartrite testando o efeito de extractos vegetais.

Os resultados preliminares obtidos pelos alunos da Escola D. Maria II relativamente a propriedades antimicrobianas, antitumorais e anti-inflamatórias de vegetais foram considerados por estes investigadores bastante interessantes e promissores, no entanto foi referido que experiências adicionais devem ser realizadas e novos controlos introduzidos, tendo em vista a publicação destes resultados numa Revista Internacional. Esta palestra foi considerada um sucesso por toda a Comunidade Educativa.

A Coordenadora do Projeto

Maria Manuel Azevedo

Mais informação em:

http://www.fundacaoip.pt/pt/actividades/premios/

https://www.facebook.com/pages/Atividade-antimicrobiana-antitumoral-e-anti-inflamatória-de-plantas/685696234827655

“Ciência na Escola”

http://www.fundacaoip.pt/pt/actividades/premios/

11.ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”

Decorreu entre 10 e 28 de fevereiro de 2014 o prazo para apresentação das candidaturas à 11.ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”; este ano subordinado ao tema “Ciência e Tecnologia para a Rentabilização dos Recursos Naturais”. O prémio visa motivar todos os alunos para a aprendizagem das Ciências e para a escolha de Áreas Tecnológicas e destina-se a crianças e jovens da Educação Pré-Escolar, dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário das diferentes vias de educação e formação.

O Agrupamento de Escolas D.Maria II, de V.N. Famalicão, sob coordenação da Professora Maria Manuel Azevedo apresentou a sua candidatura com o projeto intitulado, “Atividade antimicrobiana, antitumoral e anti-inflamatória de plantas autóctones – sua valorização em produtos reais, um estudo com alunos Portugueses”. Sendo considerado de Mérito pelo Júri Regional do Concurso de Ideias do Prémio da Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”, este projeto passou à fase seguinte encontrando-se atualmente em fase de execução. Este projecto irá ser desenvolvido em estreita colaboração com a Universidade do Minho (Departamento de Biologia e Instituto de Ciências da Vida e da Saúde), a Empresa Floradata e a Câmara Municipal de V. N. Famalicão. O carácter inovador e empreendedor deste projeto pretende dar origem ao desenvolvimento de produtos de valor acrescentado, e deste modo despertar nos alunos novas capacidades/know-how que lhes permitam fazer face aos desafios que se impõem futuramente a Portugal.

V.N. Famalicão, 4 de abril 2014

Maria Manuel Azevedo