Plasticologia Marinha nas Bibliotecas D. Maria II!

O Oceanário de Lisboa pretende contribuir para elevar a literacia dos oceanos, em Portugal, promovendo o conhecimento dos oceanos e a vontade de contribuir para a sua conservação, tendo como base os valores da sustentabilidade e da necessidade de proteger a biodiversidade marinha. Desta forma, o Oceanário de Lisboa esteve representado no agrupamento de escola D. Maria II pela formadora Daniela Teixeira com a ação Plasticologia Marinha.

Apesar do plástico ter uma variedade enorme de utilizações, de ser um material útil, duradouro e versátil e que contribui em muitos domínios para o bem-estar humano, é urgente alertar que o seu uso de forma descontrolada tem impacto negativo no planeta e no Homem.

Esta ação envolveu os professores de uma forma ativa na formação de jovens conscientes e responsáveis, tornando-os agentes de mudança. Constituiu também uma mais-valia para os alunos, enquadrando o tema e sensibilizando para a necessidade urgente de redesenharmos a nossa relação com o plástico, agindo de forma a garantir um futuro sustentável e em equilíbrio com a natureza, através da alteração de comportamentos.

Daniela Teixeira

Outra voz…;)

“Aos oceanos chegam todos os anos cerca de 8 milhões de toneladas de plástico, com um impacto enorme nas espécies e ecossistemas marinhos.”

Todos sabemos que o plástico tem uma variedade enorme de utilizações, para além de ser um material útil, duradouro e versátil e que contribui em muitos domínios para o bem-estar humano. No entanto, é urgente alertar que o seu uso de forma descontrolada tem impacto negativo no planeta e no Homem. Por isso, é importante sensibilizar o público sobre a problemática do plástico nos oceanos e fornecer-lhes ferramentas para conseguirem minimizar o seu impacto a este nível, através da alteração de comportamentos.

O Oceanário de Lisboa pretende contribuir para elevar a literacia dos oceanos, em Portugal, promovendo o conhecimento dos oceanos e a vontade de contribuir para a sua conservação, tendo como base os valores da sustentabilidade e da necessidade de proteger a biodiversidade marinha.

Assim, o Oceanário de Lisboa desenvolveu sessões de educação ambiental nas escolas, dirigidas a jovens do 1º e 2º ciclos do Ensino Básico. Os formadores Daniela e Justin estiveram já nas escolas de Vale do Este, Requião, Nine e Louro, seguindo-se a escola sede D. Maria II.

Os alunos visualizam e ouvem a teoria, com exemplos, que está na base da poluição dos oceanos. Depois, reúnem em grupo e identificam uma série de poluentes, entre outras atividades interativas magníficas. Pretende-se assim, modificar comportamentos, de modo a que sejam benéficos ao ambiente!

As apresentações foram, de facto, uma mais-valia para o conhecimento e discernimento na identificação de tudo aquilo que prejudica os nossos oceanos. Embora tenha havido algumas surpresas, os nossos alunos foram muito assertivos nas respostas e na participação em geral. Estamos confiantes de estarmos perante uma geração pró-ativa no que ao ambiente diz respeito!

(Artigo em construção)

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Alunos visitam Nau Quinhentista e Museu da Construção Naval

No âmbito do projeto “Ler nos caminhos do mar… e da terra” as turmas do 4.º D da EB de Telhado e do 3.º E da EB Lml Louro realizaram uma visita de estudo à Alfândega Régia/Museu da Construção Naval e à Nau Quinhentista, em Vila do Conde. A visita permitiu aos alunos terem contacto com o modo de vida a bordo de uma Nau da época, saberem aproximadamente o tempo de duração de uma viagem até à Índia, percecionarem as condições de higiene e as ameaças à saúde dos tripulantes. Numa breve passagem pela Alfândega ficou-se a ter uma ideia dos impostos sobre as mercadorias, que tipo de mercadorias passavam por lá e quais as mais apreciadas. A visita de estudo possibilitou o conhecimento vários tipos de embarcações usadas na altura dos descobrimentos, o que as diferenciava e como eram construídas.

Uma iniciativa fantástica para conhecermos melhor os caminhos que outrora tecemos no Mar e nos mantiveram ligados à Terra.

D. Maria II a Ler nos Caminhos do Mar

No âmbito do projeto Ler nos caminhos do mar, LER+ MAR, decorreram  na biblioteca D. Maria II duas conferências dinamizadas pelo departamento de Biologia da Universidade do Minho, através da Sociedade Portuguesa da Vida  Selvagem subordinadas aos temas: o nosso mar pela bióloga Joana Vieira da Silva e Mamíferos Marinhos, Arrojamentos e Reabilitação, pela bióloga Flávia Alves que contou com a presença das turmas envolvidas no projeto, nomeadamente as escolas do primeiro ciclo do Centro escolar do Louro Mouquim e Escola básica Vale S. Martinho, igualmente presentes as turmas participantes da escola sede e de Arnoso.

A ocasião teve como objetivo principal o conhecimento da grande riqueza nacional que é o mar, mas igualmente foi pretexto para estreitar os laços entre os diferentes ciclos.

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Um Agrupamento a “Ler nos caminhos do mar”!

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O projeto

Portugal, “Nesga de terra debruada de mar”, nas palavras de Torga, tem a sua cultura, as suas raízes históricas, as suas vivências mergulhadas neste “elemento”. Localizando-se numa encruzilhada de vias, Vila Nova de Famalicão, encontrou-se de forma natural com o caminho do mar.

Posicionando-nos numa perspetiva interdisciplinar procuramos com este projeto trabalhar o tema Mar nas dimensões geográfica, histórica, ambiental e económica. Através de uma pluralidade de leituras, adequando o tema ao nível etário dos alunos, partindo da comunidade local e dos seus recursos, procurando uma literacia dos Oceanos e o conhecimento atualizado da comunidade educativa

Objetivos

– Promover a leitura em diversas tipologias textuais e nas diferentes áreas curriculares.

– Conhecer a importância do mar enquanto recurso económico e via de comunicação.

– Reconhecer a relevância do mar para a comunidade local ao longo da sua história.

 Participantes

Jardim de Infância de Lemenhe

Jardim de Infância de Brufe (sala 1)

3º ano da Escola Básica de S.Martinho do Vale

3º ano da Escola Básica de Cruz

6º A Escola D. Maria II

6º E Escola de Arnoso

7º A Escola D. Maria II

Parcerias

– Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco

– Associações de Pais e Encarregados de Educação

– Centro de Formação de Associação de Escolas de Vila Nova de Famalicão

– Apoio científico: CITCEM

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No âmbito do projeto Ler+Mar

 

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Primeiro grande momento…a ler nos caminhos do mar

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Projeto Ler+Mar- Ler nos caminhos do mar

Decorreu no dia 29 de janeiro, pelas 18.30, a Conferência: CORRENTES DE TINTA E AFETOS NA CORRESPONDÊNCIA NA EMIGRAÇÃO, na Biblioteca Camilo Castelo Branco. (artigo em construção 😉 )

“As escritas epistolares e outros documentos, produzidos em contextos de mobilidades, conduzem-nos para um microcosmos de ligações entre quem saiu de casa e quem permaneceu no espaço doméstico e também revelam redes de vizinhança e sociabilidades sustentadas por papéis e tinta. Cada carta é um elo dessa cadeia de afetos e com a escrita pretendia-se reforçar ligações interrompidas, manter vínculos com quem ficou na outra margem. Através destas correntes de tintas, conhecemos respostas ou decisões sobre as quais não temos uma parte, as questões e dúvidas às quais se dá solução ou mesmo sugestões e ordens de gestão do espaço doméstico e outras opções de natureza familiar, como as autorizações a conceder pelo chefe de família, quando a mulher ou os descendentes menores desejavam reagrupar o lar, cruzando o Atlântico.”

Henrique Rodrigues fez o percurso académico de Bacharel, Licenciado, Mestre e Doutor em História na Universidade do Porto. Foi professor do ensino secundário, desde 1977/78 até 1993, exerce funções docentes no IPVC (Instituto Politécnico de Viana do Castelo) com a categoria de Professor Adjunto. Tendo participado em mais de uma centena de eventos científicos com comunicação, é autor de dezenas de títulos publicados no Brasil, Espanha, França, Portugal (Portugal Continental, Madeira e Açores). Organizou vários eventos científicos sobre a problemática das Mobilidades, Escritas, Alfabetização e Educação e fez parte de várias comissões científicas de congressos nacionais e internacionais. Foi fundador e Coordenador Científico da Revista Estudos Regionais, 2.a série (n.o 1 a 4). É membro de várias associações e de centros de investigação científica, de que se destacam: APHVIN/GEHVID (Associação Portuguesa de História do Vinho e da Vinha), CETRAD/UTAD (Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento/ Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), CER (centro de Estudos regionais), ADEH (Associação de Demografia Histórica Ibérica). É colaborador da Universidade Portucalense, Infante D. Henrique, instituição onde tem orientado dissertações de Doutoramento.