“O Mar, o Teatro e a Poesia”

 

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Dia Mundial da Criança na EB Vale do Este

As crianças do Jardim de Infância do Altinho e alunos do 1º Ciclo da Escola Básica de Vale do Este – Arnoso Santa Maria comemoram, em conjunto, o Dia Mundial da Criança, assistindo na Biblioteca da Escola, à representação do Teatro Infantil “O Principezinho” apresentado pela Associação Artística ETCetera Teatro, de Vila Nova de Gaia, proporcionado pela Junta de Freguesia.

Este clássico da literatura infantil, recomendado pelo programa nacional de leitura, foi escrito por Antoine de Saint-Exupéry. Conta a história de um menino que vivia sozinho num asteroide e que passava os seus dias a limpá-lo e a cuidar de uma bonita, mas arrogante, rosa. Ao decidir viajar pelo Universo e com o intuito de explorar o mundo e conhecer os seus habitantes, o Principezinho, que aqui surge como uma marioneta com um 1,5m de altura, cruza-se com outras personagens sendo exemplos a raposa, o rei, o geógrafo, a serpente, o homem de negócios, entre outros que o ajudam a compreender o significado da amizade. Em diálogo com o aviador, o principezinho, ainda que inocentemente, evoca os valores que deveriam ser os essenciais da vida e que o “essencial é invisível aos olhos.

Foi mais uma atividade de articulação entre o Pré-escolar e o 1º Ciclo do Ensino Básico desta escola tendo constituído uma oportunidade para os mais pequenos assistirem a uma peça de teatro e interagirem com atores.

No final da representação, os alunos, tiveram a oportunidade de colocar questões relativas ao teatro e à compreensão da peça a que assistiram, aos valores e mensagem que ela transmite e que podem ser aplicadas na vida das pessoas.

Tiveram ainda a oportunidade de colocar questões relativas ao teatro à vida e trabalho dos atores e de verem e contactarem com os adereços utilizados e com o guarda-roupa, satisfazendo a sua curiosidade.

A representação foi muito do agrado dos alunos que se mantiveram muito atentos e “presos” aos acontecimentos que se desenrolaram diante dos seus olhos.

Artigo de Bráulio Vilaça

O violino de Lao Tá

No dia 28 de abril todos os alunos do 1.º ciclo das EB Vale do Este e de Telhado puderam assistir à dramatização do conto “O violino de Lao Tá”, apresentada por alunos das turmas dos 3.º e 4.º anos da EB de Vale do Este a partir de uma pareceria estabelecida com a sociedade de autores – Ensemble.

“O violino de Lao Tá” conta-nos a história de um príncipe do oriente que sabia tocar muito bem o seu er hu (instrumento popular nas minorias étnicas do noroeste chinês semelhante a um violino, criado à mais de mil anos) mas que adorava jogar e apostar. Numa dessas apostas perde todos os bens e volta a dedicar-se à música… encantando uma princesa!!…e os espetadores ficaram encantados também.

Auto da Barca do Inferno

No passado dia 18, às 12 horas, a Companhia de Teatro Precipício – Teatro Portátil interpretou, na Biblioteca Escolar da Escola Básica do Vale do Este, o Auto da Barca do Inferno, do nosso grande dramaturgo Gil Vicente. Assistiram alunos do 9.º ano, visto que a peça integra o seu currículo escolar, que se deliciaram com uma atuação positivamente diferente e não raras vezes interativa. Assim, estiveram atentos e concentrados ao longo da interpretação, respeitando o trabalho dos atores. Foi um exemplo claro de que poucos (atores) podem fazer muito e bem.

“O Soldadinho de Chumbo”

Com o intuito de comemorar o Dia Mundial da Criança, os alunos do 1.º ciclo da EB Vale do Este e do Jardim de Infância do Altinho assistiram, durante a manhã do dia 1 de junho, à peça de teatro “O Soldadinho de Chumbo. Uma peça onde alguns elementos do público foram chamados ao “palco” para serem atores de um conto de fadas escrito em 1838 por Hans Christian Andersen.

Poderá assistir a uma animação realizada em 1934 e disponível no YouTube aqui.

Semana da Leitura | “A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas”

Como forma de reforçar os “elos de leitura” a turma D, do 4.º ano de Requião, apresentou uma peça de teatro, baseada na obra poética “A fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas” de Luísa Ducla Soares, a toda a escola e Pré-escolar. A peça foi de tal forma um sucesso que ficou acordado repetirem-na na festa de final de ano para a toda a comunidade educativa. Foi uma maneira divertida de encerrar a semana da leitura.

“O limpa-palavras e outros poemas”

Os alunos dos 5.º e 6.º anos tiveram a oportunidade de assistir à peça “O limpa-palavras e outros poemas” representada pelo Teatro Portátil. Segue-se um texto de opinião elaborado por alguns dos alunos presentes.

Ficámos espantados e confusos com o início da peça, pois não percebíamos o que os atores queriam transmitir, visto que usavam linguagem gestual e sons isolados, sem qualquer sentido. De seguida, percebemos que era de propósito, pois, quando nos viram, começaram a usar palavras e frases.

Quem protagonizou a peça foram quatro atores, o Edi, o João, a Beatriz e a Daniela.

A peça retratava temas dos poemas estudados nas aulas, como “O Limpa-palavras”, “Sem portas não havia” e “Aniversários”.

O cenário representava uma fábrica onde as letras eram recolhidas, limpas, desinfetadas e tratadas para formarem palavras. Assim, uma das situações retratadas, foi quando um ator espirrou e contaminou a letra “T” e esta teve de ser sujeita a um tratamento médico, por duas assistentes de máscara, que até lhe aplicaram uma injeção.

Percebemos que outras situações criadas, como um guarda-chuva a servir de estendal para secar letras, uma máquina registadora que as contava, um lenço e um espanador para as limpar, significavam que para construirmos palavras é necessário tratar delas com cuidado e carinho.

Também gostámos da surpresa que fizeram à aniversariante, representada pela Daniela, que fazia “anos de vida”, tal como as abelhas faziam “dias de vida”, no poema “Aniversários”. Uma frase muito engraçada foi dita pelo João, como dedicatória à aniversariante, “Os anões fazem aninhos e os gigantes fazem anões”.

As músicas e as danças também foram muito divertidas e pudemos mesmo acompanhá-las. A nossa música preferida foi a dos Piratas, pois tinha uma letra muito engraçada.

No final, alguns alunos colocaram questões e os atores foram simpáticos e responderam. Uma das perguntas relacionava-se com o tempo necessário para a preparação do espectáculo, tendo a Beatriz respondido que a peça demorou cerca de um mês a preparar até estar pronta para a encenação.

Por fim, ficámos a saber que os atores da Companhia “Teatro Portátil” receberam formação numa Escola Profissional, e tiraram o curso de Arte de representação.

Concluindo, passámos uma tarde espectacular e à saída cumprimentámos os atores. Esperamos repetir esta experiência inesquecível.”

A Turma 5ºD

A obra, de Álvaro Magalhães, é recomendada no Plano Nacional de Leitura e consta da lista de obras de Educação Literária (metas de Português) para o 5.º ano de escolaridade Se pretender fazer a exploração, em formato digital, deste livro poderá fazê-lo a partir deste link.