Exposição: Dia Internacional do Livro/ Dia de S. Jordi

Os alunos participaram na comemoração do Dia Internacional do Livro/ Dia de S. Jordi e tiveram a oportunidade de contactar com as tradições perpetuadas nas comunidades autónomas de Aragão, Catalunha e das Ilhas Baleares. Elaboraram marcadores de livros, selecionaram fragmentos textuais de obras espanholas e traduções para o espanhol de diversos autores que distribuíram pelos alunos da escola, conjuntamente com uma flor personalizada. Foi também distribuída pela comunidade escolar uma flor em origami e um marcador de livro com a lenda de S. Jordi explorada nas aulas. Esta efeméride proclamada pela UNESCO, desde 1995, celebra-se na escola de 23 a 30 de abril em parceria com a biblioteca onde se encontram expostos os trabalhos dos alunos. 

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La Chandeleur na Biblioteca! ;)

Que cheirinho! Articulação com a disciplina de francês – Professora Lígia Silva!
Um AGRADECIMENTO muito CARINHOSO à Avô ZIRINHA que fez a massa dos crepes e à D. Carolina do pbx que emprestou uma crepeira!

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Doce articulação com a disciplina de Francês!

 

http://icalendrier.fr/religion/fetes-catholiques/chandeleur/

http://www.momes.net/Fetes/Chandeleur/Origine-de-la-Chandeleur

 

AE D. Maria II leva alunos de Espanhol a Vigo para celebrar as tradições do Dia de Reis

 

No dia 5 de janeiro, aproximadamente duas centenas de alunos do 3.º ciclo do AE D. Maria II rumaram a Espanha. Logo à chegada visitaram o “Museo do Mar de Galicia”, onde se pode encontrar uma das mais completas exposições relacionadas com o mundo do mar, com a história da atividade pesqueira e os processos desta indústria (desde a extração e conservação até à comercialização), passando pelos avanços técnicos das embarcação e pela exploração da biologia marinha. Tiveram também a oportunidade de visitar o Farol e o Aquário que reproduz os principais ecossistemas marinhos (das rias galegas e das ilhas Cíes, consideradas um paraíso natural) e a sua biodiversidade, o que pretende sensibilizar os jovens estudantes para a importância da preservação da natureza, enquanto cidadãos civicamente responsáveis. Nesta visita os tubarões despertaram especial curiosidade, assim como o esqueleto de 10 metros de um cachalote, a reprodução do Pergaminho Vindel (do séc. XIII) ou ainda a sala “ludomar” onde se apresentavam jogos e brinquedos relacionados com o mar. Durante a tarde os alunos realizaram um Peddy Paper designado “Una Aventura en Vigo” que envolveu a exploração da fortaleza e o parque do Castro, um jardim urbano situado no coração da cidade, onde se encontra um povoado provavelmente celta. Estimulando o interesse pela arqueologia, na encosta da montanha visitaram um complexo castrejo, onde se reproduziram edificações que ilustram a ocupação romana nos séc. III a I a.C. Percorreram uma sucessão de miradouros com elementos decorativos/históricos como, por exemplo, o monumento das âncoras e canhões que comemora a batalha naval de Rande (1702) na qual galeões carregados de ouro e prata trazidos da América sofreram nas rias de Vigo um ataque anglo-holandês e se afundaram nas profundidades da ria, surgindo assim a lenda que continua a atrair caçadores de tesouros. Entre muitas outras atrações, no parque há também um monumento dedicado a Martín Códax, o trovador medieval que imortalizou as ondas do mar Vigo na lírica galaico-portuguesa. Descendo a cidade, visitaram de seguida o “Museo de Arte Contemporánea de Vigo” (MARCO) onde participaram numa exploração interativa da exposição “La timidez de la copa de los árboles”, que retrata um fenómeno botânico mediante o qual cada árvore define o limite do seu crescimento, facilitando a coexistência com outras árvores e com a área florestal envolvente. Esta exploração propiciou um brainstorming reflexivo aos alunos, que em diversos cenários devem aprender a conviver em harmonia com os outros, na sua alteridade e diferença, criando sinergias capazes de encontrar possibilidades de resposta à complexidade da vida contemporânea. A noite aproximava-se e a “Cabalgata de Reyes” enchia as ruas de música, luz e cor. No desfile, subordinado este ano à temática dos contos da literatura infantil, foram repartidas quatro toneladas de caramelos. Os olhares curiosos iluminavam-se à passagem dos carros alegóricos que, lentamente, percorriam as ruas e o imaginário de milhares de pessoas que presenciavam esta incursão por este mundo de ilusão e fantasia. O Grupo de Espanhol deixa um especial agradecimento à direção da escola e a todos os professores envolvidos nesta aventura que permitiu desfrutar da essência da cidade de Vigo e fazer deste um dia de inverno inesquecível.

Dia de Ação de Graças

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O Dia de Ação de Graças é comemorado nos Estados Unidos na quarta quinta-feira do mês de novembro e sua celebração talvez seja mais significativa que o Natal. Segundo a tradição, o primeiro Dia de Ação de Graças americano aconteceu em 1621, entre os colonos ingleses (peregrinos) que tinham fundado a colônia Plymouth, estado de Massachusetts. A festa foi feita junto aos integrantes da tribo Wampanoag, convidados dos colonos. Num gesto de delicadeza, os índios levaram comida aos ingleses.
Mas não há evidências de que os participantes da comemoração tivessem pensado naquilo como uma festa de agradecimentos.
Só em 1789, por ideia do então presidente George Washington, a data se tornou feriado. Apesar de a primeira festa datar do século XVII, sua origem provavelmente vem dos festivais de colheita que eram tradicionais em várias partes do mundo desde a idade antiga. Muito antes de os europeus estabelecerem-se na América do Norte, no leste europeu já eram celebrados os festivais de colheitas. Nas ilhas britânicas, no dia 1º de agosto se comemorava a colheita do trigo. Se a safra não tivesse sido boa, o feriado era cancelado. Outro importante precursor do Dia da Ação de Graças era o costume que protestantes ingleses tinham de escolher datas especiais para agradecer às graças divinas. Isso, no entanto, não acontecia regularmente; eles faziam essas comemorações em épocas de crise ou logo após um período ruim ter passado.
Essas comemorações eram ocasiões religiosas sérias e pouco se assemelhavam às atuais festas.
Atualmente, a festa é uma celebração doméstica, centrada na família e no lar.
As manifestações públicas têm espetáculos e paradas.

TRADIÇÕES DA FESTA

Muitas das tradições associadas ao Dia de Ação de Graças vêm de antigos costumes de celebrações das colheitas de outono.
Por exemplo, a cesta repleta de alimentos simboliza a fartura de alimentos dessas épocas.
Muitas comunidades decoram as igrejas com frutas e flores, assim como aconteceu durante séculos nas colheitas de outono da Europa. Ao fazer uma festa centrada na preparação e apreciação de um farta refeição, mantém-se a ideia da celebração da fartura.
Na festa de Ação de Graças, as pessoas , independentemente de suas religiões, agradecem tudo o que conseguiram conquistar durante o ano. As famílias e os amigos se reúnem e comemoram comendo pratos típicos.
O peru é o mais famoso deles. Só em 2001, 267 milhões de perus foram criados  e cerca de 90 milhões deles farão parte da ceia dos americanos nessa data. Além da ave, as pessoas comem batata-doce, purê de batata, milho e  torta de abóbora.
O desfile que sempre acontece em Nova York termina com o surgimento do Papai Noel.
Ele marca o início das festas de Natal.
Instituições de caridade servem refeições aos pobres e mandam cestas de alimentos para pessoas idosas e doentes.

NO CANADÁ

O Dia de Ação de Graças também é comemorado no Canadá.
Como o país fica ao norte dos Estados Unidos, as colheitas
lá começam antes.
Assim, o feriado de Ação de Graças chega antes.
Em 1879, o Parlamento canadense estabeleceu a data em 6 de novembro.
Em 1957, a data foi mudada para cair na segunda segunda-feira do mês de outubro.

OS PEREGRINOS

Durante as orações de Ação de Graças, é costume lembrar os peregrinos que criaram a festividade. Trata-se de um grupo de imigrantes puritanos da Holanda e da Inglaterra. Esses puritanos, compostos em sua maioria por agricultores, faziam parte de uma ala conservadora da igreja protestante formada no início do século 17.
Acreditando que a Igreja da Inglaterra estava se afastando dos preceitos estabelecidos pela reforma, eles resolveram criar uma comunidade que viveria exclusivamente segundo os textos sagrados do cristianismo.
Em 1617, eles decidiram migrar para a América por causa da grande influência da cultura europeia sobre seus filhos e pelas dificuldades econômicas da época.

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