À Conversa com…

Tivemos a honra de dar início, hoje dia 17 de maio pelas 18h30, ao momento… À CONVERSA COM… Um espaço de partilha na biblioteca, entre Encarregados de Educação, comunidade escolar e público em geral. Se a escola é um local de bem estar para os filhos também pode e deve ser para os pais! E a nossa primeira CONVIDADA foi a Alda Silva!

 

Para cultivar a calma e a serenidade é fundamental lançar a semente! E hoje…com o contributo inestimável de uma ENCARREGADA DE EDUCAÇÃO conseguimos dar início à sementeira!👏Queremos agradecer do fundo do coração à Alda Silva por ter sido a nossa primeira convidada!🙏À conversa com… pretende ser um tempo de partilha e de fortalecimento de laços, entre a escola e a família, que voltará um dia destes para parar o tempo e pensar que afinal…pelos nossos filhos é imperioso TER TEMPO! Vale a pena pensar nisto!🤔

Pode ter sido o primeiro passo para uma ESCOLA DE PAIS!
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Deputado Fernando Negrão – Parlamento dos Jovens

No âmbito do programa Parlamento dos Jovens, no dia 18 de janeiro, pelas 14.30 h, teve lugar na Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas D. Maria II, um debate subordinado ao tema “Racismo, preconceito, discriminação”, iniciativa que contou com a presença do Dr. Fernando Negrão, deputado do PSD, eleito pelo círculo eleitoral de Braga, da diretora do Agrupamento, dos dinamizadores deste projeto, de professores, de encarregados de educação e dos candidatos a deputados pertencentes às dez listas concorrentes.
O orador começou por elucidar os presentes sobre o funcionamento da Assembleia da República, elencando e confrontando as várias situações vivenciadas neste órgão de soberania. De seguida, debruçou-se sobre o tema proposto, momento relevante para todos estes jovens candidatos a deputados que, nesta oportunidade, puderam debater diretamente e interagir, de forma ativa, este tema, entre outros da atualidade, expondo as suas ideias que serão apresentadas na sessão distrital.
De salientar que foi uma sessão esclarecedora, profícua e uma mais-valia para todas as turmas envolvidas neste programa de cidadania.

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Leitura com valor e de valores.

Com o aproximar 12342701_906810056070399_5846140660698013947_nda quadra natalícia, a biblioteca D. Maria II pensou, mais uma vez, nos seus utilizadores e presenteou-os com uma feira do livro em parceria com a livraria Fontenova, como sempre! Consciente de que o livro pode ser considerado um artigo de luxo, não pode privar os alunos deste bem fundamental para a sua aprendizagem e crescimento academico. No dia 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos, recebeu a visita da escritora Joana Matos que…vai ficar na memória! Temos mesmo que ler! E os valores, os 5 valores fundamentais do livro “As cinco ânforas de ouro”.

Na sexta feira esteve aberta até às 24:00 para dar oportunidade aos pais e encarregados de educação de se deslocarem à escola para verem a feira e assistirem ao Sarau de Natal. A Escola aberta à comunidade é meio caminho para o sucesso. Participe nas atividades! Tenha tempo para acompanhar o crescimento do seu filho(a)! Isso é leitura com valor e transmitir valores! Obrigada!

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Pão por Deus!

Pão por Deus! Em dia de todos os santos, depois de à porta bater, é costume com o saco cheio, adeus poder dizer. Doces e guloseimas devem as vizinhas ter para, o saco de cada menino, assim poderem encher. É no dia 1 de Novembro que a antiga tradição costuma acontecer.

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A tradição merece ser lembrada!
“Pão por Deus”
Celebrar o Dia de Todos os Santos

  • Em Portugal, no dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o “Pão por Deus”.
  • Passeiam assim por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, às vezes, até dinheiro!
  • Há povoações em que se chama a este dia, o “Dia dos Bolinhos”.Clica aqui e lê o que se diz ao pedir o “Pão por Deus”.
  • Depois, almoça-se e vai-se ao cemitério pôr flores nas campas dos familiares já falecidos. Porquê?
    Por causa do Dia de Finados (lê!)! Sabias que “finado” é a pessoa que já morreu?
  • No México existe uma tradição muito estranha relacionada com o Dia de Finados. Lê também, que é muito curioso!
  • Uma coisa muito boa que não sabias de certeza é que é costume os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro, aos seus afilhados no Dia de Todos os Santos! Já viste o que tens andado a perder?
  • Antigamente todas as pessoas iam pedir o “Pão por Deus” porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir.
  • Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam mais alguma coisa.
  • Hoje já só pedem as crianças para não se perder a tradição. E mesmo assim, só nas terras mais pequenas.
    Sabias que aí é costume neste dia as pessoas confeccionarem broas para comerem e darem?
  • Fonte: http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Sabias&ID=312

Primeiro dia do mês de novembro, Dia de Todos os Santos, bandos de miúdos iam manhã cedo pelas  freguesias e lugares à volta de Santarém, de porta em porta, pedindo o Pão por Deus. Por esses lados se ouviam quadras que afirmavam a tradição: “Lá vai o meu coração, todo cheio de carinho, vai pedir o pão-por-Deus, de quem encontrar no caminho”. O ciclo festivo do ano é religioso e mágico, apazigua a dureza que o homem enfrenta no trabalho, no social e na família. Para este ritual há várias teorias. Uns atestam que o Pão por Deus não terá raiz cristã, chegou-nos através do culto dos mortos, quando se lhes ofereciam alimentos, colocando-os junto aos túmulos. Já outros assentam que a tradição oral o explica pela necessidade que os pobres tiveram de arranjar sustento após o terramoto de novembro de 1755, precisamente o Dia de Todos os Santos. Fugidos de Lisboa, apavorados, arrastando-se esfaimados pelos arredores da capital, rogavam por comida aos portões das quintas das redondezas: “Pão por Deus”, imploravam, invocando o divino para assim tentarem melhor proveito. Retomando à tradição local, alguma garotada ainda calcorreia ruas e ruelas, levam na mão os sacos de pano bordados a preceito, truz-truz batem às portas, e entoam: “Pão por Deus, pão por Deus, saco cheio, vamos lá com Deus”. E as dádivas não demoram, assomando os donos da casa oferecem de bom grado romãs, castanhas, nozes e broas, outro tanto de rebuçados, bolachas e, por vezes, até dinheiro. Esta prática da tradição das oferendas também é interpretada como sendo para pagar a quem ajudou às colheitas nas comunidades agrárias. No fundo, esbatidas pelo tempo, estas promessas coletivamente propostas e aceites, são compromissos com a divindade, seladas pelo sagrado em que se envolvem. Ainda hoje, nas freguesia rurais do concelho, se bem que a abertura do vinho novo se faça só no São Martinho, é hábito abrir-se o pipo de água-pé no dia de Todos os Santos. Com graduação à volta dos dez graus, daí não se chamar vinho, prova-se a novidade que acompanha com castanhas assadas e passas de figo.

Arnaldo Vasques