AE D. Maria II leva alunos de Espanhol a Vigo para celebrar as tradições do Dia de Reis

 

No dia 5 de janeiro, aproximadamente duas centenas de alunos do 3.º ciclo do AE D. Maria II rumaram a Espanha.
 Logo à chegada visitaram o “Museo do Mar de Galicia”, onde se pode encontrar uma das mais completas exposições relacionadas com o mundo do mar, com a história da atividade pesqueira e os processos desta indústria (desde a extração e conservação até à comercialização), passando pelos avanços técnicos das embarcação e pela exploração da biologia marinha. Tiveram também a oportunidade de visitar o Farol e o Aquário que reproduz os principais ecossistemas marinhos (das rias galegas e das ilhas Cíes, consideradas um paraíso natural) e a sua biodiversidade, o que pretende sensibilizar os jovens estudantes para a importância da preservação da natureza, enquanto cidadãos civicamente responsáveis. Nesta visita os tubarões despertaram especial curiosidade, assim como o esqueleto de 10 metros de um cachalote, a reprodução do Pergaminho Vindel (do séc. XIII) ou ainda a sala “ludomar” onde se apresentavam jogos e brinquedos relacionados com o mar.
 Durante a tarde os alunos realizaram um Peddy Paper designado “Una Aventura en Vigo” que envolveu a exploração da fortaleza e o parque do Castro, um jardim urbano situado no coração da cidade, onde se encontra um povoado provavelmente celta. Estimulando o interesse pela arqueologia, na encosta da montanha visitaram um complexo castrejo, onde se reproduziram edificações que ilustram a ocupação romana nos séc. III a I a.C. Percorreram uma sucessão de miradouros com elementos decorativos/históricos como, por exemplo, o monumento das âncoras e canhões que comemora a batalha naval de Rande (1702) na qual galeões carregados de ouro e prata trazidos da América sofreram nas rias de Vigo um ataque anglo-holandês e se afundaram nas profundidades da ria, surgindo assim a lenda que continua a atrair caçadores de tesouros. Entre muitas outras atrações, no parque há também um monumento dedicado a Martín Códax, o trovador medieval que imortalizou as ondas do mar Vigo na lírica galaico-portuguesa.
 Descendo a cidade, visitaram de seguida o “Museo de Arte Contemporánea de Vigo" (MARCO) onde participaram numa exploração interativa da exposição “La timidez de la copa de los árboles”, que retrata um fenómeno botânico mediante o qual cada árvore define o limite do seu crescimento, facilitando a coexistência com outras árvores e com a área florestal envolvente. Esta exploração propiciou um brainstorming reflexivo aos alunos, que em diversos cenários devem aprender a conviver em harmonia com os outros, na sua alteridade e diferença, criando sinergias capazes de encontrar possibilidades de resposta à complexidade da vida contemporânea.
 A noite aproximava-se e a “Cabalgata de Reyes” enchia as ruas de música, luz e cor. No desfile, subordinado este ano à temática dos contos da literatura infantil, foram repartidas quatro toneladas de caramelos. Os olhares curiosos iluminavam-se à passagem dos carros alegóricos que, lentamente, percorriam as ruas e o imaginário de milhares de pessoas que presenciavam esta incursão por este mundo de ilusão e fantasia.
 O Grupo de Espanhol deixa um especial agradecimento à direção da escola e a todos os professores envolvidos nesta aventura que permitiu desfrutar da essência da cidade de Vigo e fazer deste um dia de inverno inesquecível.

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AE D. MARIA II promoveu exposição de reproduções de obras do Museu Nacional do Prado

O Agrupamento de Escolas D. Maria II teve patente a exposição de reproduções de obras do Museu Nacional do Prado, o maior e mais importante museu da Espanha, que abriga um acervo com mais de 17 mil obras de arte, entre pinturas, esculturas, desenhos, arte decorativa e documentos históricos.

A exposição, gentilmente cedida pela Consejería de Educación de la Embajada de España, encontrou-se gratuitamente aberta a toda a comunidade educativa, de 23 a 30 de novembro, nas bibliotecas das Escolas de Vale do Este e D. Maria II.

Os visitantes tiveram a oportunidade de apreciar diversas reproduções de obras imortais de pintores emblemáticos como: Diego Velázquez, Francisco de Goya, Sandro Botticelli, El Greco, Tiziano, Peter Paul Rubens, Bartolomé Esteban Murillo, José de Madrazo y Agudo, Eduardo Rosales, Joaquín Sorolla, Albrecht Dürer e Fra Angelico.

Esta iniciativa resultou de uma parceria estabelecida entre o grupo de Espanhol, contando com a colaboração do Departamento de Línguas, com as bibliotecas escolares, onde os alunos puderam tranquilamente apreciar as obras expostas e assistir a vídeos de curta duração alusivos ao museu, aos pintores e às obras de arte.

Mais informação disponível em: http://es.calameo.com/read/000656028929b54e77212

http://www.famalicaoeducativo.pt/_obras_do_museu_do_prado_na_escola_de_vale_do_este

Em 20 de Novembro de 1989…

As crianças têm direitos

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade
a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.

A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo juridíco para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e protecção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.

Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e tembém pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.

Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.

A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros
direitos das crianças:

• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial –
todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.

• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que
lhe digam respeito.

• a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e
à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.

• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos
que se relacionem com os seus direitos.

A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:

• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
• os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)

Para melhor realizar os objectivos da CDC, a Assembleia Geral da ONU adoptou a 25 de Maio de 2000 dois Protocolos Facultativos:

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças,
prostituição e pornografia infantis (ratificado por Portugal a 16 de Maio de 2003);

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças
em conflitos armados (ratificado por Portugal a 19 de Agosto de 2003);

Ver mais em http://www.unicef.pt/artigo.php?mid=18101110&m=1

S. Martinho e um liv(r)inho! ;)

O São Martinho é um dos santos mais populares da igreja católica, associado a inúmeras tradições rurais, imortalizadas no saber popular dos provérbios. Aqui ficam uns quantos a propósito deste santo, cujo dia se comemora amanhã  (11 de novembro).

  • A cada bacorinho vem o seu São Martinho.
  • A cada porco vem o seu São Martinho.
  • Dia de São Martinho, fura o teu pipinho.
  • Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.
  • Do São Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o bornal.
  • Em dia de São Martinho atesta e abatoca o teu vinho.
  • Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.
  • No dia de São Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.
  • No dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.
  • No dia de São Martinho, mata o porquinho, abre o pipinho, põe-te mal com o teu vizinho.
  • No dia de São Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
  • No dia de São Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.
  • No dia de São Martinho, vai à adega e prova o teu vinho.
  • No dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho.
  • O Sete-Estrelo pelo São Martinho, vai de bordo a bordinho; à meia-noite está a pino.
  • Pelo São Martinho abatoca o pipinho.
  • Pelo São Martinho castanhas assadas, pão e vinho.
  • Pelo São Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
  • Pelo São Martinho nem nado nem no cabacinho.
  • Pelo São Martinho prova o teu vinho; ao cabo de um ano já não te faz dano.
  • Pelo São Martinho, abatoca o teu vinho.
  • Pelo São Martinho, mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
  • Pelo São Martinho, nem favas, nem vinho.
  • Pelo São Martinho, todo o mosto é bom vinho.
  • Por São Martinho, nem favas, nem vinho.
  • São Martinho, bispo; São Martinho, papa; São Martinho rapa.*
  • Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo São Martinho.
  • Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo São Martinho.
  • Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo São Martinho.
  • Se queres pasmar teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo São Martinho.
  • Veräo de São Martinho säo três dias e mais um bocadinho.
  • Vindima em Outubro que o São Martinho to dirá.

 

“Links” sobre S. Martinho

Em português:
(Os sites para crianças estão assinalados com um * )

Em francês:

Em inglês:

Em italiano:

Em alemão:

E agora…bom fim de semana! 😉

“Livros terrivelmente assustadores para ler com as crianças no Halloween”

livros-halloween

No dia mais horripilante do ano, propomos contos terrivelmente assustadores!

Neste dia de bruxas, fantasmas, zombies e tudo o que é criatura medonha, preparem um ambiente misterioso, à meia luz, com uma velas… e com histórias de deixar miúdos e graúdos com os cabelos em pé! Atrevem-se a ler estes livros assustadores?! AAHHHHH (risinho de bruxa, daqueles que assusta a valer).

Manuel-o-Morcego-no-Papel-de-VampiroManuel, o Morcego no Papel de Vampiro.

Quando Manuel, o morcego, caça a sua primeira borboleta nocturna, chega a uma importante conclusão: os insectos sabem mesmo muito mal! «- Se calhar és um morcego-vampiro…», brinca o morcego mais velho, deixando Manuel com a pulga atrás da orelha, e resolvido a descobrir se gosta mais do sabor do sangue ou de insectos. Na noite seguinte, Manuel, o morcego, levanta voo, desta vez como vampiro, determinado a deleitar-se com umas suculentas e inocentes ovelhinhas. Como tudo corre mal e por que é que Paulo, o cão, apanha um valente susto e decide mudar de vida no final é o que nos conta esta história divertida, com deliciosas ilustrações.

quem tem medo de fantasmas?

Quem tem medo de fantasmas?

É Geronimo Stilton quem responde: «Eu! Sobretudo quando se trata de fantasmas felinos que rondam por um castelo em ruínas na Floresta Sombria…Mas, entre múmias, bruxas, morcegos e vampiros, hei-de acabar por descobrir o estranho segredo do Castelo!»

 

O Halloween do Manny.

Chegou o Halloween e todos em Sheet Rock Hills estão a preparar-se para a grande festa dos disfarces. Mas há um problema: a máquina de costura da Loja de Disfarces do Victor esta avariada. Será o Victor capaz de terminar todos os fatos a tempo da festa? Descubram no livro “O Halloween do Manny“!

Marcelina e a noite de Halloween. 

O seu filho tem medo do Halloween? Não é o único, mas este livro pode ajudar! A bruxinha Marcelina fica assustada quando a sua avó lhe fala de espiíritos, fantasmas e monstros e lhe conta a lenda da Noite de Halloween. Ainda bem que se transformou numa festa infantil! Com disfarces, rebuçados, tartes de abóbora e bonitas lanternas.

– Agora que já sei o que é, perdi o medo e divirto-me muito! – diz a Marcelina.

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Livros em inglês para ler com as crianças no Halloween

A noite mais “creepy” do ano está à porta! E que tal, preparar uma hora do conto especial!?

Ver mais em 😉

https://pumpkin.pt/familia/agenda-familia/recomendacoes-atividades-criancas/melhores-atividades-criancas-fim-de-semana-28-29-outubro/

“Pão por Deus: uma tradição muito nossa!”

Saiba tudo sobre a história e origem do Pão por Deus, uma tradição celebrada no dia de Todos os Santos.

Saiba tudo sobre a história e origem do Pão por Deus, uma tradição celebrada no dia de Todos os Santos, e descubra como fazer sacos de Pão por Deus e as letras dos versos e canções que dão cor a este dia.

Em Portugal, temos uma tradição antiga e muito semelhante ao dia das Bruxas ou Halloween (dos países anglo-saxónicos), no qual as crianças batem às portas pedindo doces ou travessuras (trick or treat). 

No dia 1 de Novembro, Dia de Todos-os-Santos em Portugal, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão-por-Deus (ou o bolinho) de porta em porta.

O dia de pão-por-deus, ou dia de todos os fíeis defuntos, era o dia em que antigamente se oferecia pão, bolos, vinho e outros alimentos aos mortos, de forma a pedir pela sua alma.

É essa a origem deste ritual cristão, no qual as crianças (e também adultos, mas menos) que participam nos peditórios representam as almas dos mortos que «neste dia erram pelo mundo».

Sacos do Pão por Deus.

Fazer sacos do Pão por Deus é uma tradição associada à própria tradição. Normalmente estes sacos são feitos de tecido e as crianças podem decorá-los ao seu próprio gosto.

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Aprenda a fazer esses sacos com a Patrícia Lencastre do Short Story Blog

Versos de Pão por Deus.

Quando pedem o Pão por Deus, as crianças recitam versos e recebem como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas.

São vários os versos para pedir o Pão por Deus:

Ó tia, dá Pão-por-Deus?

Se o não tem Dê-lho Deus!.

Ou então:

Pão por Deus,

Fiel de Deus,

Bolinho no saco,

Andai com Deus.

Podem ver o grupo Galo Gordo a cantar a canção Pão por Deus:

Receita do Bolo Santoro.

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Em algumas povoações da Zona Centro e Estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo feitos com base de farinha e erva doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes. São chamados “Santorinhos”. É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um Santorinho aos seus afilhados.

Se quiserem reavivar esta tradição e receita, dando-a a conhecer aos vossos familiares e amigos, experimentem fazer um Santorinho em casa, seguindo a Receita da Turma Mista.

Ingredientes:

1kg de batata cozida.

1kg de farinha.

4 ovos.

750 gramas de açúcar.

150 gramas de manteiga.

Canela.

Fermento.

Frutos secos.

Erva-doce.

Preparação:

É só misturar, fazer pequenas bolinhas, colocar no forno e quando estiver cozido e ligeiramente tostado, está pronto.

Conheçam também alguns exemplos de Pão de Deus pelo país:

Em Barqueiros, concelho de Mesão Frio, à meia-noite do dia 1 para 2 de Novembro, arranjava-se uma mesa com castanhas para os parentes já falecidos comerem durante a noite, “não devendo depois ninguém tocar nessa comida, porque ela ficava babada dos mortos”.

Na aldeia de Vila Nova de Monsarros, as crianças faziam os “santórios”, recebiam fruta e bolos e cada criança transportava uma abóbora oca com figura de cara, com uma vela dentro.

“Em Roriz não se chama Pão por Deus, nem bolinhos, nem santoros a comezaina que se dá aos rapazes no dia de Todos os Santos ou de Finados. O que os rapazes vão pedir por portas, segundo lá dizem, é — os fíeis de Deus.”

Nos Açores dão-se “caspiadas” às crianças durante o peditório, bolos com o formato do topo de uma caveira, claramente um manjar ritual do culto dos mortos.

Esta atividade é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir “pão-por-deus” nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.

Com o passar do tempo, o Pão por Deus sofreu algumas alterações, e os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.

Dia Mundial da Alimentação

O Dia Mundial da Alimentação celebra-se anualmente a 16 de outubro.

O dia 16 de outubro marca o dia da fundação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em 1945.

A celebração do Dia Mundial da Alimentação foi estabelecida em novembro de 1979 pelos países membros na 20ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Neste dia realizam-se muitas atividades relacionadas com a nutrição e a alimentação, com a participação de cerca de 150 países, incluindo Portugal. Todos as atividades e informações podem ser encontradas no site FAO.

Objetivos do Dia Mundial da Alimentação

  • Alertar para a necessidade da produção alimentar e reforçar a necessidade de parcerias a vários níveis;
  • Alertar para a problemática da fome, pobreza e desnutrição no mundo;
  • Reforçar a cooperação económica e técnica entre países em desenvolvimento;
  • Promover a transferência de tecnologias para os países em desenvolvimento;
  • Encorajar a participação da população rural, na tomada de decisões que influenciem as suas condições de vida.

 

Sessões informativas realizadas na Biblioteca, no âmbito do Dia Mundial da Alimentação.